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16 de Novembro de 2015 - DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO
Golpe da lista telefônica continua sendo aplicado em Tupã
Por: Assessoria de comunicação

O famoso “golpe da lista telefônica” continua fazendo vítimas entre os comerciantes de Tupã. O Procon Municipal alerta aos cuidados a serem tomados quando comerciantes são contatados por empresas que se identificam como entidades filiadas a telefonias e solicitam a atualização dos dados do comércio, a fim de, supostamente, regularizar as veiculações nos catálogos telefônicos.

Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico e coordenador do Procon Municipal, Clóvis Saito, cerca de 40 comerciantes de Tupã caíram no golpe da lista telefônica nos últimos 5 anos.

“Tudo se inicia com uma ligação telefônica solicitando informações da empresa e do responsável. O estelionatário tem sempre o mesmo argumento de que é uma atualização cadastral, totalmente gratuita e que o nome da empresa será divulgada em uma lista telefônica ou guia eletrônico”, afirma.

Segundo o coordenador do Procon, os golpistas sempre ressaltam que se trata de um procedimento gratuito e, alegando razões de segurança, solicitam informações particulares, como números de CNPJ, Inscrição Estadual e outros documentos.

“Até então tudo é muito tranquilo, o golpe só acontece quando o estelionatário solicita a assinatura do empresário em um documento que é enviado por fax ou e-mail, com todos os dados da empresa. Após o envio, a empresa recebe uma fatura cobrando pelo “serviço” e, caso não efetue o pagamento, os golpistas começam a pressionar a empresa com alegação de protestos e cobrança judicial”, conta.

De acordo com Saito, os comerciantes só percebem que caíram em um golpe quando os golpistas começam a enviar as cobranças e fazer ameaças. “As cobranças geralmente são enviadas após o sétimo dia da assinatura do contrato, eles fazem isso para não dar a chance do comerciante cancelar o “serviço”, com o direito de arrependimento previsto no artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor, que diz que o consumidor pode desistir do contrato, no prazo de 7 dias, sempre que a contratação de fornecimento de produtos e serviços ocorrerem fora do estabelecimento comercial, especialmente por telefone ou a domicílio”, informou.

            Saito ressaltou também que, um dos maiores erros do comerciante é pagar o documento sem antes procurar o Procon ou a Delegacia de Polícia. “Infelizmente algumas empresas realizam o pagamento da multa contratual ou mesmo pagam o valor total do contrato com medo de terem seu contrato protestado no Cartório de Protestos, por se tratar de um ato jurídico aparentemente legal”, conta.

 

O que fazer?           

De acordo com o coordenador do Procon, o comerciante deve orientar os funcionários sobre esse tipo de golpe para que não repassem informações da empresa por telefone ou e-mail. Também é recomendado que o comerciante jamais assine qualquer documento sem ler e que não efetue qualquer pagamento à suposta empresa de lista telefônica.

            “Se o comerciante pagar a cobrança ele vai acabar arcando com o prejuízo, pois essas empresas são quase impossíveis de serem localizadas e responsabilizadas. Por isso, se tentarem aplicar um golpe na sua empresa, entre em contato com o Procon e a Delegacia de Polícia o quanto antes, e registre um boletim de ocorrência”, finalizou Clóvis Saito.

 
 
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